domingo, 4 de dezembro de 2011

Mulher moderna

A mulher moderna existe?? 


É obvio para todos que hoje que a mulher impetra cada vez mais seus objetivos profissionais, e com sua graça e delicadeza deixa o mercado de trabalho mais airoso. Contudo ainda sofremos preconceito, a mulher poderosa causa medo, e com isso por pura ignorância temos que lidar com certos “´pre ...conceitos”, creio que seja difícil para um homem que sempre viveu em um mundo onde quem mandava era homem , que levava dinheiro para casa, quem saia para trabalhar, agora com essa influencia feminina no mercado estamos brigando de igual para igual com esses mesmos homens.
O mercado de trabalho ainda não esta  pronto 100% para essa transformação, ainda não esta preparado para ter mulheres e homens como iguais, porem já esta bem avançado, com isso o que se pode reparar é que mesmo com todo os obstáculos as mulheres vem se preparando e se dando cada vez melhor  nessa selva.

O que desanima essa empreitada que todas tem que enfrenta para almejar  sucesso, é que nesse mercado desproporcional uma mulher que faz o mesmo serviço que o homem ganha até 30% a menos , segundo pesquisas realizadas recentemente pela revista  Época Negócios, é difícil encarar o mundo dos negócios sendo uma mulher , pois ele foi desenvolvido  por homens, ainda sim acho errado que uma mulher tenha que se masculinizar para se sentir  capaz de se adaptar, é na delicadeza de cada ato feminino que está a salvação do mundo citando aqui uma escritora cearense que em alguma palavras descreve exatamente o quanto o mundo ainda é machista e o quanto as mulheres ainda vão ter que lutar, embora de já terem evoluído muito. Termino esse artigo com as palavras de Heloneida Studart .

A mulher moderna

(...)Acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico, tão bem representado por pistolas, revólveres, punhais. Ninguém diz, de uma mulher, que ela é espada. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, dos exércitos regulares ou das gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos. É preciso voltar os olhos para a população feminina como grande articuladora da paz.

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